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Crítica: "Barely Lethal" ("Barely Lethal: Missão Adolescência"), de Kyle Newman Megan Walsh (Hailee Steinfeld) nunca conheceu os pais. Órfã desde muito pequena, cresceu em Prescott, uma escola especial para crianças desamparadas. As raparigas da academia são treinadas, praticamente desde o seu nascimento para serem assassinas. Lá, para além do ensino tradicional, Megan recebeu também um treino intensivo em artes marciais e técnicas de autodefesa. Hoje, já com 16 anos, está prestes a ser membro de um grupo restrito de jovens agentes do governo dos EUA. Mas quando é enviada para o “terreno”, ela dá-se conta do que perdeu na sua vida de reclusão. Tudo o que agora deseja é ser uma rapariga igual às outras. Assim, determinada a encontrar o seu lugar no mundo, encena a sua própria morte e desaparece sem deixar rasto. Depois, com uma nova identidade, inscreve-se como aluna de intercâmbio numa escola pública. Tudo parece correr melhor do que o previsto e Megan começ...
Destaque Da Semana (09/07/2015-15/07/2015): "Slow West" ("A Caminho Do Oeste"), de John Maclean Também Em Estreia:                      
Crítica: "La French" ("A Rede Do Crime"), de Cédric Jimenez Em 1971, os americanos fizeram "Os Incorruptíveis Contra A Droga", sobre um cartel de narcotráfico do sul de França gerido a partir de Marselha. O filme dirigido por William Friedkin, com Gene Hackman no papel principal, chamava-se no original "The French Connection", precisamente a designação corrente desse cartel. Agora, os franceses voltam a explorar o assunto neste "A Rede Do Crime" (título original: "La French"), de Cédric Jimenez (cujo próximo projeto é uma grande produção de Hollywood, intitulada "HHHH", a ser lançada em 2016). Um thriller policial eletrizante (a trazer à memória o cinema de Martin Scorsese e Jean-François Richet), cuja história gira em torno de Pierre Michel (um desempenho "magnético" de Jean Dujardin), um jovem e energético magistrado que tem a ambiciosa missão de destruir a French Connection, uma organização crimi...
Crítica: "Magic Mike XXL", de Gregory Jacobs Em 2012, o cineasta norte-americano Steven Soderbergh assinou "Magic Mike", uma comédia dramática, que ficcionava a vida de Channing Tatum, que na realidade trabalhou como stripper antes de ser ator. O resultado foi uma brilhante sátira à América capitalista, que surpreendia pelo seu elenco inspirado e diálogos espirituosos. Três anos depois, chega agora às salas de cinema nacionais "Magic Mike XXL", uma sequela hilariante, fresca e irreverente que mantêm o ambiente descontraído (aqui os diálogos e as situações não parecem encenadas, tudo flui naturalmente) e o tom satírico do primeiro filme. E depois há o "ar dos tempos", ou seja, a América de 2015, onde diversão e/ou prazer é sinónimo de cifrões. Em suma, "MMXXL" até pode não se querer levar a sério, mas é indiscutível que tem muita coisa interessante para dizer... 9/10 Miguel Anjos
Destaque Da Semana (02/07/2015-08/07/2015): "Magic Mike XXL", de Gregory Jacobs Também Em Estreia:                     
Crítica: "Une Heure De Tranquilité" ("Não Incomodar"), de Patrice Leconte "Não Incomodar" (título original: "Une Heure De Tranquilité"), o novo filme do cineasta francês Patrice Leconte (realizador de fitas como "O Homem Do Comboio" ou " A Loja Dos Suicídios"), decorre maioritariamente num apartamento e só por duas vezes se vê o protagonista Michel (Christian Clavier) fora do seu prédio: no início e no fim. Há uma boa razão para isso: é que o realizador quis contar a história de um homem burguês que apenas procura uma hora de descanso, para poder ouvir um disco que procura há anos. A partir dessa ideia, o realizador (que também assina o argumento, tendo como base a peça homónima de Florian Zeller) "pinta" um quadro frenético de interrupções, que se traduz numa série de sequências hilariantes, vividas por um elenco certeiro, desde o protagonista até à empregada (Rossy De Palma, atriz "fetiche" de Ped...
Crítica: "Ted 2", de Seth MacFarlane Três anos depois de "Ted" (2012) se ter tornado num enorme sucesso crítico (67% no Rotten Tomatoes) e comercial (conseguiu 549 milhões de dólares, num orçamento de "apenas" 50), o norte-americano Seth MacFarlane (criador das séries, "Family Guy", "American Dad!" e "The Cleveland Show") está de regresso como realizador, argumentista e ator (é ele quem "empresta" voz ao protagonista) para a sequela, "Ted 2" uma comédia hilariante, a transbordar de referências certeiras à cultura pop (uma característica habitual do trabalho de MacFarlane) e humor "porcalhão" de primeira água, que mantém o gosto de Seth MacFarlane pelo politicamente incorreto. Além disso, importa destacar que tal como no primeiro filme, "Ted 2" vem carregado de delirantes  cameos de todo o tipo de celebridades (que vão de Liam Neeson e Jay Leno, em duas sequências verdadeiramente im...