Crítica: "Noite de Jogo" John Francis Daley e Jonathan Goldstein passaram os últimos anos a tentar e falhar acertar na realização. Enquanto argumentistas sempre se assumiram como talentos extremamente confiáveis e, o primeiro até mantem uma sólida carreira no mundo da representação, mas, atrás das câmaras o sucesso iludiu-os constantemente até este “Noite de Jogo”. Um bonito exercício de pura subversão, onde se encena uma narrativa reminiscente de algumas obras de David Fincher, no entanto, num contexto de comédia burlesca. Tudo acontece em torno de Max e Annie (Jason Bateman e Rachel McAdams), um casal que semanalmente reúne outros casais para uma noite de jogos. Porém, num desses prazerosos serões, o irmão mais velho de Max propõe uma experiência limite: uma festa sob o tema de um crime mistério, onde tudo será de tal forma convincente, que nenhum dos participantes chegará a perceber onde acaba a ficção e começa a realidade… O humor, proveniente do argumento de...