Crítica: "O Guarda-Costas e o Assassino" ("The Hitman's Bodyguard"), de Patrick Hughes Patrick Hughes é muito claramente um apaixonado pelo cinema de ação clássico dos anos 80/90, permanentemente tentando incorporar elementos dos mais emblemáticos filmes do período em questão, nos seus. No entanto, nem sempre o tem conseguido fazer da maneira mais consistentemente interessante e, nesse sentido, O Guarda-Costas e o Assassino (em estreia, esta semana) quase parece assumir-se como uma tentativa de alcançar "redenção" aos olhos dos fãs do género, que encararam a sua última realização como uma gigantesca desilusão (falamos obviamente do subvalorizado Os Mercenários 3 ). E, aqui valerá a pena não entrarmos com ilusões, não estamos perante um objeto cinematográfico fascinante ou revolucionário, apenas uma simpática comédia de ação, elevada por uma belíssima dupla de atores, Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson, que partilham uma química quase tangível...