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Crítica: "Absolutely Anything" ("Absolutely Anything - Uma Comédia Intergalática"), de Terry Jones



Realização: Terry Jones
Argumento: Gavin ScottTerry Jones
Elenco: Simon PeggKate Beckinsale, Robin Williams, Terry Gilliam, Michael PalinJohn CleeseEric IdleTerry JonesRob Riggle
Género: Comédia
Duração: 85 Minutos
Classificação Etária: M/12
Data De Estreia (Portugal): 27/08/2015
Facebook Oficial | IMDB

Grande acontecimento cinematográfico: Terry Jones, membro dos lendários Monty Python e nome emblemático do cinema britânico (são da sua autoria títulos como "A Vida de Brian" ou "O Sentido da Vida"), reaparece nas salas de cinema nacionais com este "Absolutely Anything: Uma Comédia Intergaláctica", uma obra notável, com um sentido de humor delirante (que não é estranho à mais primitiva tradição burlesca do cinema), na qual acompanhamos a "odisseia" de Neil Clarke (Simon Pegg), um modesto e desiludido professor, apaixonado pela vizinha Catherine (Kate Beckinsale), a quem é dado o poder absoluto para fazer qualquer coisa, apenas com um aceno de mão. Premissa simples, mas muitíssimo bem executada "Absolutely Anything" é uma das melhores e mais inesperadas surpresas que o verão cinematográfico de 2015 reservou para os seus espetadores. Além disso, não há como resistir ao adorável Dennis, o amoroso e desbocado cachorro do protagonista a quem o ator canino Mojo (naquele que é o seu primeiro papel) dá corpo e o inigualável Robin Williams (naquela que fica para a história como a sua última performance) dá voz, provando (uma última vez) o seu génio cómico. Não é uma obra-prima, mas diverte imenso e é um filme que vale bem a pena ir "espreitar".

Classificação: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10
 Texto de Miguel Anjos

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